O prefeito de Mirandiba, Bartolomeu
Carvalho, não está respeitando uma recomendação feita pelo promotor de
Justiça Joel Gomes, que alertou sobre a ilegalidade da contratação de
parentes de até terceiro grau para a prefeitura. Segundo o blog
Mirandiba em Foco, o prefeito não acatou a recomendação e fez uma
“verdadeira farra de contratações na administração municipal”.
Bartolomeu nomeou a esposa, Sueli
Cristina Bezerra Carvalho, para a Secretaria de Ação Social; o irmão,
Oswaldo Tiburtino de Carvalho Barros, para a Secretaria de
Infraestrutura; a esposa do vice-prefeito, Renata Maria de Souza
Bezerra, para a Secretaria de Saúde; e ainda colocou a tia, Glauce Maria
Cristina, para dirigir o hospital municipal.
De acordo com o blog, a população da
cidade desaprovou as nomeações, já que existem informações que o número
de parentes na máquina pública é ainda maior. (Alvinho Patriota)

Os veredores de oposição na Câmara de Custódia, Neguinho, Cicinho,
Carlos Gozaga e Yolanda de Alzira, encaminharam denúncia escrita à
Promotora de Justiça e ao Tribunal de Contas, em que alegam a existência
de farra sem limites de nepotismo praticada sem nenhum respeito pelo
prefeito Luiz Carlos, do PT e seu vice Manuca do DEM (veja só!), os
Secretários e os vereadores de sua bancada, que estão abusando do
empreguismo politico sem nenhum critério legal, o que é imoral.
A
oposição acha que é um verdadeiro escândalo o que está ocorrendo na
Prefeitura de Custódia, em que o prefeito permite a prática imoral de
nepotismo na Administração Pública Municipal e exigiram imediatas
providências à Promotora de Justiça e ao Tribunal de Contas do Estado.
Entendem
os vereadores oposicionistas que o prefeito Luiz Carlos trata a
prefeitura como se fosse seu consultório veterinário, dando emprego aos
vereadores que lhe apoiam e aos secretários, entre eles, Cristiano
Dantas, que é o campeão das nomeações de seus parentes todos da familia
Lira, onde foram nomeados mais de vintes pessoas, que é um abuso que
precisa ser proibido, e para isso pediram o apoio do Ministério Público e
do Tribunal de Contas, para com a farra das nomeações.