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Cientistas desenvolvem rim de laboratório

Rim de rato desenvolvido em laboratório
 Um rim "criado" em laboratório foi transplantado para animais onde começou a produzir urina, afirmam cientistas norte-americanos. A técnica, desenvolvida pelo Hospital Geral de Massachusetts e apresentada na publicação Nature Medicine, resulta em rins menos eficazes do que os naturais. Mesmo assim, os pesquisadores de medicina regenerativa afirmam que ela representa uma enorme promessa.

Técnicas semelhantes para desenvolver partes do corpo mais simples já tinham sido utilizadas antes, mas o rim é um dos órgãos mais complicados de ser desenvolvido.

Os rins filtram o sangue para remover resíduos e excesso de água. Eles também são o órgão com o maior número de pacientes na fila de espera de transplantes.

A técnica dos cientistas americanos consiste em usar um rim velho, retirar todas as suas células antigas e deixar apenas uma espécie de esqueleto, uma estrutura básica, que funcione como uma espécie de armação. A partir daí, o rim seria então reconstruído com células retiradas do paciente.

Isso teria duas grandes vantagens sobre os habituais transplantes de rim.

Como o novo tecido será formado com células do paciente, não será necessário o uso de drogas antirrejeição, que evitam que o sistema imunológico bloqueie o funcionamento do órgão "estranho" ao corpo.

Seria possível também aumentar consideravelmente o número de órgãos disponíveis para transplante. A maioria dos órgãos usados atualmente acaba rejeitada. (NE10)

Institutos federais têm déficit de 8 mil professores

Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) na rede de institutos federais de educação técnica mostra que faltam quase 8 mil professores, o equivalente a 20% dos profissionais necessários. O déficit atinge toda a rede de 442 câmpus em funcionamento no País.

O TCU realizou a auditoria com o objetivo de avaliar as ações de estruturação e expansão do ensino técnico profissionalizante, com ênfase nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. A rede vive sua maior expansão histórica.

Os institutos com maior carência de docentes são os do Acre (com 40,1% de vagas ociosas), Brasília, Mato Grosso do Sul e Amapá. Os institutos federais do Estado de São Paulo aparecem em seguida, com um déficit de 32,7% de profissionais. Também há problemas para contratação de profissionais técnicos, o que se reflete no atendimento diário de laboratórios, conforme é descrito no relatório do TCU.

No País, 5.702 cargos técnicos estão ociosos, o que representa 24,9% do total necessário. Mato Grosso e Brasília têm os maiores déficits. Esses dados são de abril de 2012, segundo o TCU.

O próprio tribunal afirma no documento que a baixa atratividade da carreira é uma causa relevante da falta de profissionais. O professor Celso do Prado Ferraz de Carvalho, da Universidade Nove de Julho e especialista em educação profissional, explica que há dificuldades em tirar os profissionais técnicos do mercado de trabalho. “Tem sido difícil retirar professores da área de ciências e tecnologia e convencê-los a trabalhar nesses institutos, pela falta de atratividade da carreira”, afirma ele.

A pró-reitora de ensino do Instituto Federal de Roraima, Débora Soares Alexandre Melo Silva, levanta ainda outra dificuldade envolvendo os câmpus no Norte e Nordeste do País. “Nós dependemos da liberação de vagas do governo. Quando temos, os candidatos aprovados voltam para o local de origem assim que conseguem uma redistribuição de vaga”, diz. Segundo ela, a qualidade das instituições fica comprometida. “A gente tem de priorizar o ensino e, por causa disso, fica difícil cumprir as missões de extensão e pesquisa.” (Agência Estado)


Estudo alerta que opção curtir no Facebook revela mais do que se quer

A opção 'curtir' no Facebook pode revelar muito mais do que se pretende. Uma pesquisa publicada esta segunda-feira (11) mostra que analisar os padrões destas preferências pode dar estimativas supreendentemente precisas sobre informações pessoais que o usuário não expõe, tais como raça, idade, QI, sexualidade, etc.

Cientistas da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, e da Microsoft Research, divisão de pesquisas da gigante do softwate americano, desenvolveram um algoritmo que usa as opções 'curtir' - publicamente disponíveis a menos que o usuário faça configurações de privacidade mais rígidas - para criar perfis de personalidade, revelando potencialmente detalhes íntimos sobre sua vida.

Estes modelos matemáticos demonstraram uma precisão de 88% ao diferenciar homens de mulheres e de 95% em distinguir afro-americanos de brancos.

Estes algoritmos também conseguiram extrapolar informações como orientação sexual, se o usuário fez uso de drogas ou se seus pais se separaram.

Estes dados podem ser usados em estratégias de propaganda e marketing, mas também poderiam fazer os usuários ficarem retraídos por causa da quantidade de dados pessoais revelados, afirmaram os cientistas.

"É muito fácil clicar no botão 'curtir', é sedutor", afirmou David Stillwell, estudioso de psicometria e co-autor da pesquisa.

"Mas você não percebe que anos depois todos aqueles 'curtir' são armazenados contra você", acrescentou.

Stillwell explicou que, embora dados do Facebook tenham sido usados neste estudo, perfis similares poderiam ser produzidos usando outros dados digitais, incluindo buscas na internet, trocas de e-mails e telefonemas.

"É possível chegar às mesmas conclusões com diferentes formatos destes dados digitais", explicou à AFP.

Pernambuco não atinge meta de aprendizado adequado à série

Apenas 7,7% dos alunos do 3º ano do ensino médio na rede pública de Pernambuco têm conhecimentos adequados à série em matemática, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). O índice demonstra por que o Estado é um dos quatro brasileiros que não atingiram as metas estabelecidas na educação. Alagoas, Amapá e Roraima também não têm o que comemorar nesse quesito.

Os números foram divulgados nesta quarta-feira (6) e fazem parte do relatório De Olho nas Metas, elaborado pelo movimento Todos Pela Educação, que acompanha os indicadores educacionais do País para cumprir cinco metas até 2021:

» Meta 1: toda criança de 4 a 17 anos na escola
» Meta 2: toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos
» Meta 3: todo aluno com aprendizado adequado à sua série
» Meta 4: todo jovem de 19 anos com ensino médio completo
» Meta 5: investimento em educação ampliado e bem gerido

Os números são da rede pública de educação e são medidos pela média do resultado obtido pelos alunos na Prova Brasil, pelos níveis: para a o 5º ano, o nível mínimo em matemática deveria ser de 225 e, em português, 200; para o 9º ano, em matemática, o nível deveria ser de 300 e 275 em português.
Veja os resultados completos por município aqui e o relatório completo aqui.

Em Pernambuco, 28% dos alunos do 5º ano conseguiram aprender os conteúdos para a série em português, enquanto a meta era de 32,3%. Em matemática, o resultado foi de 23%, mas a meta era de 29,4%. O Estado tem 185 municípios, dos quais 183 foram analisados. Apenas 49, o que equivale a 26,8%, atingiram a meta em português, para o 5º ano. Na mesma série, 93 atingiram, ou seja, 50,8%.

A capital, Recife, vai no ritmo contrário ao do Estado. Todas as metas foram cumpridas no 5º e no 9º ano em português e matemática. Mais de 7% alunos do 9º ano obtiveram 275 pontos em matemática, enquanto o objetivo era de 10,5%. Em português, na mesma série, a expectativa era de 14,8% e 14,9% superaram o mínimo. (NE10)

Cientistas conectam cérebro de dois ratos na busca pelo “cérebro orgânico”

Quando um computador não dá conta de um cálculo, técnicos costumam conectar vários computadores (conhecidos como clusters) para dividirem o processamento da tarefa. O mesmo pode acontecer, no futuro, entre os cérebros das pessoas.

É o que começa a apontar uma série de experimentos feitos com ratos, sob a coordenação do cientista Miguel Nicolelis. Recentemente, pesquisadores conectaram cérebros de dois ratos para transmitir informações motoras e sensoriais entre eles. ?Essas experiências mostraram que nós estabelecemos uma ligação de comunicação direta e sofisticada entre cérebros. Então, basicamente, estamos criando uma espécie de computador orgânico?, afirma Nicolelis.

Os testes também foram realizados entre roedores de dois continentes, um em Durham, na Carolina do Norte (EUA) e outro no Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lyly Safra. “Isso sugere que no futuro poderemos criar uma rede de cérebros de animais distribuídos em vários locais diferentes”, aponta Miguel Pais Vieira, pós-doutorando e primeiro autor do estudo.

Os resultados dessas experiências foram publicados nesta quinta-feira (28) no reconhecido periódico da área, Science Reports, do grupo Nature. (mundobit)

Mulheres gastam 1 ano e 3 meses da vida se maquiando, diz pesquisa

Que mulher demora muito tempo para se arrumar todo mundo sabe e a maquiagem, por exemplo, toma grande parte do nosso tempo. De acordo com uma pesquisa da clínica de beleza “Specialist Make-up Services”, na Inglaterra, em média, mulheres britânicas gastam 474 dias de suas vidas se maquiando, totalizando um ano e três meses.

Segundo informações da pesquisa, publicada no jornal “Daily Mail”, são três horas e 19 minutos por semana em frente ao espelho.

Ainda segundo o estudo, as participantes afirmaram que usam 15 minutos para fazer a maquiagem do dia a dia e 24 minutos nos finais de semana. Quando se trata de um grande evento, leva até 76 minutos para ficar prontinha.

Apesar de tudo isso, a maioria delas, 93%, disseram que há poucas chances de desistirem totalmente de maquiagem. (Virgula)


Estudo aponta falhas em concursos públicos

Um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Universidade Federal Fluminense (UFF) apontam problemas nos concursos públicos federais. Entre eles, provas que não avaliam as experiências e o conhecimento do candidato e má gestão. As duas instituições propõem mudanças no processo de recrutamento para o serviço público.

O estudo mostra que o concurso tem perdido a principal finalidade para o qual foi criado, que é selecionar um profissional adequado para cargo na administração pública. “O concurso no Brasil tem cada vez mais se tornado um fim em si mesmo. Seleciona as pessoas que tem mais aptidão para fazer prova de concurso. Temos uma ineficiência de fiscalização de competências reais. E, além disso, apesar de existirem mecanismos que possibilitam a demissão, como o estágio probatório, eles quase não são utilizados. Os concursos hoje alimentam um mercado milionário”, avalia o coordenador da pesquisa e professor da FGV Direito Rio, Fernando Fontainha.

Os dados vão além e apontam que os salários ofertados são estipulados conforme a complexidade do certame, e não com base no nível acadêmico ou competência do candidato. Quanto mais difícil e maior o número de provas, maiores as remunerações.

Para reverter esse cenário, o estudo propõe medidas, como o fim das provas objetivas (múltipla escolha). De acordo com o levantamento, cerca de 97% das provas aplicadas em 698 seleções, entre 2001 e 2010, seguiam o modelo. A proposta é o uso de questões escritas discursivas que abordem situações reais a serem vivenciadas pelos futuros contratados. Além disso, defende a aplicação de prova prática nos casos em que a discursiva for insuficiente para avaliar a qualificação do candidato.

Mercado bilionário

Outra proposta é impedir o candidato de se inscrever para o mesmo concurso mais de três vezes. O estudo constatou que acima de um terço dos inscritos não comparece ao certame. “A realização das provas é algo caro. A intenção é que o candidato se inscreva quando tiver condições de ser aprovado”, explica Fontainha.

Em relação às provas, a sugestão é criar uma empresa pública para gerir os concursos e elaborar os exames. O levantamento detectou a presença majoritária de sete institutos e centros responsáveis pela elaboração das provas, entre eles o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos Universidade de Brasília (UnB), que detém a maior fatia do mercado.

A Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac) estima movimento de mais de R$ 30 bilhões no setor. “É uma questão que tem que ser debatida. Devemos analisar se é mesmo necessária a criação de uma empresa pública ou se é necessário apenas regular o mercado de uma forma diferente”, disse o coordenador de Negócios do Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan), Bruno Campos. O instituto também organiza seleções.

Para os pesquisadores, os três anos estabelecidos pela lei para o estágio probatório devem ser destinados rigorosamente para capacitação, sendo no primeiro ano, com aulas presenciais, e nos demais, início do exercício do cargo com acompanhamento de um servidor experiente.

De acordo com a Nayara Teixeira Magalhães, consultora acadêmica do projeto Pensando o Direito – parceria entre o Ministério da Justiça e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o ministério e os demais 20 parceiros da pesquisa irão analisar as propostas. Uma versão final do relatório deve sair até o dia 15 de abril. (Agência Brasil)

Pesquisa aponta má distribuição de médicos em Pernambuco

Uma pesquisa feita pelo Conselho Federal de Medicina, entre os anos de 2010 e 2012, revelou a má distribuição dos médicos em Pernambuco. Para chegar a esse resultado foi feito um cruzamento de informações, com dados de várias instituições.

Os pernambucanos sentem ao procurar atendimento: a maioria dos médicos trabalha no Recife. Dos quase 14 mil médicos, mais de nove mil estão na capital. São mais de seis profissionais para cada grupo de mil habitantes. Entre as capitais, Recife só perde para Vitória (ES) em concentração de médico em relação ao número de moradores. “Não há uma distribuição justa para o brasileiro em relação aos médicos nos nossos municípios mais distantes. Porque não há vontade política, não há uma interferência do estado de fato para se lotar em criar um mecanismo de fixação de uma carreira pública para o médico, como acontece com as carreiras do judiciário”, disse Helena Carneiro Leão, presidente do Conselho de Medicina de Pernambuco (Cremepe).

Quase a metade dos médicos de Pernambuco é o chamado generalista, não tem especialidade. Entre os que têm especialidade registrada no Conselho de Medicina a maioria é clínica médica, pediatria e ginecologia. Do outro lado da tabela, Pernambuco tem apenas três especialistas em genética médica, seis em cirurgia torácica e 11 em radioterapia, fundamental para o tratamento de câncer.

O especialista tem a capacidade de descobrir o tratamento mais adequado para o paciente, por isso a pesquisa aponta a necessidade de investir na abertura de novas vagas dos programas de formação de médicos com especialização. Inclusive para resolver um outro problema, a falta de profissionais no interior. A Secretaria Estadual de Saúde diz que tem investido nos cursos de formação também no interior do estado.

Saiba quando o carro 1.0 vale a pena

Tradicionalmente conhecidos pelo baixo preço e melhores índices de consumo nas bombas de combustível, os veículos 1.0 nem sempre são sinônimo de economia. Eles, que ganharam um empurrãozinho e tanto do governo federal no ano passado, com a isenção do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), só poupam os reais desejados por seu  dono se uma série de fatores forem levados em conta. Para escolher o modelo ideal sem prejuízos, é necessário que os consumidores estejam atentos equipamentos, perfil de uso e o número médio de ocupantes, por exemplo.

Segundo os especialistas ouvidos pelo Diário, em primeiro lugar, para que a relação custo-benefício seja positiva, os motoristas devem prestar atenção num item importante: a carroceria. “A grande maioria dos compradores só pensa na economia oferecida pela potência do motor, mas não leva em consideração o peso da carroceria”, afirma o diretor da consultoria em vendas de veículos Personal Car PE, Felipe Procópio. Uma carroceria inadequada impacta diretamente no consumo de combustível e no desgaste prematuro de peças importantes – e caras –, como a caixa de embreagem e o próprio motor.

O modelo ideal de carroceria para veículos 1.0, segundo Felipe, é a do tipo hatch. Além de serem menores, são mais leves e não forçam tanto o motor. “Mas nem todas são econômicas. Algumas são mais pesadas que outras, e é preciso ter cuidado”, alerta. Depois de escolher o tipo de carroceria ideal, o comprador ainda precisa ter em mente a quantidade de pessoas que utilizarão o carro e a finalidade do veículo. Para uma família com cinco pessoas, que sempre viaja, por exemplo, é recomendado veículos com motorização a partir de 1.4. “Carros assim possuem uma diferença de preço pequena em relação aos motores de entrada, e atendem perfeitamente à necessidade das famílias”, comenta o gerente comercial da JBS Veículos, Daniel Lima.

Quando o 1.0 vale a pena...

- Quando vem equipado com carroceria hatch      
- Para casais recém-casados, ou, no máximo, com um filho
- Para jovens que ganharam seu primeiro automóvel
- Para uso estritamente urbano
- Para os que evitam andar com a capacidade máxima (5 ocupantes) e com muitos objetos na mala

Quando o 1.0 não vale a pena...


- Quando vem equipado com carroceria sedan
- Para famílias numerosas (com dois filhos ou mais)
- Para quem viaja constantemente
- Quando vem equipado com direção hidráulica e ar-condicionado

1.0 mais baratos (por montadora)

FORD: Ford Ka (a partir de R$ 21.800)
FIAT: Mille Economy (a partir de R$ 21.990)
RENAULT: Clio Authentique (a partir de R$ 24.150)
VOLKSWAGEN: Gol G4 (a partir de R$ 25.100)
CHEVROLET: Celta (a partir de R$ 25.270)

1.4 mais baratos

FIAT: Novo Uno Economy (a partir de R$ 28.010)
CHEVROLET: Onix LT (a partir de R$ 36.190)
(obs: demais montadoras não trabalham com motorização 1.4) (DP)

Pesquisa: coleta de dados para o Projeto de Intervenção CAO/2012



Alunos do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais/2012 (CAO/12), da Polícia Militar de Pernambuco estão realizando uma pesquisa que tem o intuito de subsidiar o trabalho de conclusão do Curso, e tem como objetivo apresentar um projeto de intervenção institucional na área de Gestão de Pessoas e analisar o motivo que levou diversos Policiais Militares a pedirem baixa das fileiras da corporação nos últimos anos com ênfase no último semestre de 2012.

Para tanto, foi solicitado ao blog Nayn Neto o apoio nesta pesquisa, que tem como público alvo, Alunos do CFSD, Policiais recém formados, Ex-Militares e  Inativos, que deverão clicar no ícone a baixo, conforme sua situação atual, e responder as perguntas com o maior grau de responsabilidade possível.

A pesquisa ficará postada no Blog Nayn Neto durante oito dias. Entre e fique a vontade, não precisa se identificar.

O grupo do CAO/2012, responsável pela pesquisa, agradece antecipadamente a sua colaboração. 


Estudo mostra que 50% da comida produzida no mundo é jogada fora

Quase a metade dos alimentos produzidos no mundo, ou seja, dois bilhões de toneladas anuais, acaba parando no lixo, segundo um novo relatório publicado nesta quinta-feira por uma organização britânica que pediu urgência na luta contra este tipo de desperdício.

A Instituição de Engenheiros Mecânicos avalia, em seu relatório, que este desperdício se deve a múltiplos fatores, incluindo a falta de estruturas adequadas, as rígidas datas de validade, as ofertas comerciais que obrigam a comprar em grandes quantidades e as manias dos consumidores.

O estudo, que tem por título "Global Food, Waste Not, Want Not", enfatiza que entre 30% e 50% dos quatro bilhões de toneladas de alimentos que são produzidos anualmente no planeta nunca chegam a ser consumidos.

Só no Reino Unido, até 30% dos cultivos de hortaliças não são colhidos porque sua aparência não cumpre com os critérios exigidos pelos consumidores.

E os autores do relatório avaliam que até 50% da comida comprada na Europa e nos Estados Unidos termina no lixo.

Tim Fox, diretor de Energia e Meio Ambiente na Instituição de Engenheiros Mecânicos, considera um grande impacto a quantidade de alimentos desperdiçados.

"São alimentos que poderiam ser utilizados para alimentar a crescente população mundial, assim como os que hoje sofrem com a fome", afirmou. "Também é um desperdício desnecessário de terra, água e recursos energéticos que se utilizam para a produção, o processamento e a distribuição desses alimentos".

Por exemplo, cerca de 550 bilhões de metros cúbicos de água - outro bem escasso em muitos países - são usados anualmente para cultivar produtos que nunca chegam ao consumidor, assinala o estudo.

Fox cita, entre as razões para esta situação, "técnicas agrícolas e de engenharia e infraestruturas de transporte e de armazenamento inadequadas, a demanda dos supermercados por produtos cosmeticamente perfeitos e ofertas 2x1 que animam o consumidor a comprar mais que o necessário".

O relatório recorda que a população mundial superou os sete bilhões de pessoas no final de 2011, e que as Nações Unidas calculam que poderá atingir os 9,5 bilhões até 2075, aumentando o risco de uma crise alimentar.

"A ONU deve trabalhar em conjunto para ajudar a mudar a mentalidade das pessoas sobre o desperdício e desincentivar práticas que conduzem ao desperdício por parte de fazendeiros, produtores de alimentos, supermercados e consumidores", concluiu Fox. (AFP)


Caruaru tem maior PIB do interior de Pernambuco

Caruaru é a cidade do interior de Pernambuco com maior Produto Interno Bruto (PIB), que indica o total de riquezas produzidas por um município, segundo dados da Condepe/Fidem, órgão técnico do Governo do Estado. O estudo também apontou a cidade como a principal na geração de empregos do interior. O arranjo produtivo do polo de confecções e o setor de serviços são os principais puxadores do expressivo crescimento da cidade.

De acordo com a Secretaria de Planejamento de Caruaru, os títulos são frutos do trabalhado realizado nos últimos anos. “Focamos em três grandes pontos de partida: a atração de novas indústrias, o apoio à construção civil e a arrecadação pública para investimentos em obras na cidade. Caruaru bateu o recorde na arrecadação pública, foram investidos mais de R$ 300 milhões somente em obras municipais, sem contar com as obras realizadas pelos governos do Estado e Federal”, enfatizou o secretário de Planejamento, Ricardo Góes.

A força econômica de Caruaru se reflete na criação de postos de trabalho, que são da ordem de 27.021 empregos com carteira assinada. Ainda segundo o secretário, o setor de serviços é o que mais emprega. “Temos dois grandes shoppings, além dos polos de confecção, que não param um dia sequer, pois abastecem a região. O mercado está aquecido graças ao parque industrial, à confecção e ao setor imobiliário”, completou.

O crescimento dos investimentos na construção civil também tem gerado empregos diretos e indiretos. Atualmente, 82 prédios de grande porte estão em construção no município. O PIB da capital do Agreste, de R$ 2,42 bilhões, ultrapassa Petrolina, Paulista e Igarassu, só ficando abaixo dos municípios mais populosos da Região Metropolitana, onde se concentram os maiores investimentos do Estado. O estudo da Condepe tomou como base dados do IBGE e do Ministério do Trabalho. As informações são da Folha de Pernambuco. (Foto/reprodução)

Carro do Ano pela 4 Rodas: Versa da Nissan

Em nenhum momento o VERSA foi incomodado pelos rivais. No fim das contas, conquistou uma confortável vantagem de 2,1 pontos frente o vice-líder da categoria (Renault Logan), graças ao bom desempenho nos critérios de avaliação. Foi o melhor sedã compacto em 12 quesitos e mereceu elogios rasgados em tudo relacionado ao bolso, à performance e ao espaço.

Os concorrentes SIENA, VOYAGE, FIESTA, LOGAN e COBALT não chegaram nem perto do estreante da Nissan, lançado no mundo em outubro de 2011.

Nem parecia que o VERSA concorria com mais sete sedãs. Ele conquistou tantos elogios e foi tão superior aos colegas de classe que era quase como se estivesse em uma categoria à parte.

Dos 23 quesitos da pesquisa, ele se mostrou o melhor sedã em 12 deles, seguido de longe por Logan, com sete, e Cobalt e Siena, com apenas dois cada um.

Boa sorte para quem apostou na tecnologia japonesa e acreditou no espaçoso e estreante carro. (Revista 4 Rodas)

Nordeste é a região mais feliz do Brasil, aponta levantamento do Ipea

A situação de um país, em geral, se mede pelo Produto Interno Bruto (PIB) – que é a soma de todas as riquezas produzidas – e pela renda, mas também pode ser medida por outro quesito: a felicidade, segundo o estudo 2012: Desenvolvimento Inclusivo Sustentável, divulgado nesta terça-feira (18) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
 
Em outubro, o Ipea pediu a vários brasileiros que dessem, em uma escala de 0 a 10, uma nota sobre a satisfação pessoal. A média nacional foi 7,1, que coloca o Brasil na 16ª posição entre 147 países avaliados em uma pesquisa mundial do Gallup World Poll. Em 2010, a nota da felicidade no Brasil era 6,8, conforme a mesma pesquisa. Com uma média de 7,38, a Região Nordeste é a mais feliz do país, seguida pelo Centro-Oeste (7,37), pelo Sul (7,2) e pelo Norte (7,13). Em última posição, ficou o Sudeste, com 6,68.

Para o presidente do Ipea, Marcelo Neri, embora os indicadores mostrem crescimento econômico pouco expressivo este ano, a satisfação do brasileiro não tem sido afetada drasticamente. “Temos mais felicidade que dinheiro no bolso”, disse.”O brasileiro é consumista, mas não é isso que o define. Os dados mostram que a felicidade aumentou ao longo do tempo e que a variação de renda não implica em grandes variações de satisfação,” destacando que nenhum outro país é tão “insensível” à variação de renda, em comparação a outras nações. O Ipea aplicou o questionário em 3.800 domicílios.

No entanto, o estudo mostra que a satisfação aumenta conforme a renda sobe. Os brasileiros que não têm renda a nota média foi 3,73. Já aqueles que vivem com até um salário mínimo, a nota foi 6,53. Quem tem renda superior a R$ 5.451, a nota foi 8,36.

Mais pessoas morrem por obesidade do que de fome no mundo

Um dos mais completos estudos sobre as causas de morte no mundo indicou que a obesidade mata mais do que a desnutrição nos dias atuais.

De acordo com o relatório da Global Health Burden, ligado à Organização Mundial de Saúde, cerca de 3 milhões de pessoas foram vítimas de obesidade mórbida em 2010. O número é três vezes maior que o de mortos for desnutrição.

Há vinte anos, o panorama era inverso. Segundo um dos pesquisadores, o professor Alan Lopez, da Universidade de Queensland, na Austrália, o resultado surpreendeu. Ele ressaltou que embora esse seja um fenômeno mais acentuado nos países ricos, a obesidade também se tornou um problema nas nações em desenvolvimento.

"Foi surpreendente para nós a disseminação da obesidade em países em desenvolvimento. Não é como nos países ricos, mas (o fenômeno) está crescendo", disse. (BBC Brasil)

Gays de 15 a 24 anos representam metade dos novos casos de Aids do Brasil

Novo cálculo estabelecido pela ONU e pelo Ministério da Saúde estima que o número de brasileiros que vivem infectados com o vírus da Aids está entre 490 mil e 530 mil. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que cerca de 130 mil pessoas, incluídas na estimativa, não sabem que estão infectados pelo vírus HIV. O ministro disse também que a principal preocupação no novo cenário da Aids no Brasil está entre os jovens de 15 a 24 anos, de homens nessa faixa etária que fazem sexo com homens.

“Metade dos casos novos hoje estão nesse perfil. E estamos falando de casos de Aids, não de infecção do HIV. De pessoas que se contaminaram há oito, nove anos atrás. É uma geração de brasileiros que não foram sensibilizados no início da luta da Aids, que não conheceram pessoas que morreram da doença…” — disse Padilha. (Montes Claros)

Quase metade dos paulistanos ‘absolve’ PM que participa de grupo de extermínio

Para 11%, ele deveria ser expulso da polícia, mas não preso
Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo mostra que 43% dos paulistanos não acham que um policial que participasse de um grupo de extermínio deva ser punido. A pesquisa retrata o estado da população da capital após a onda de violência que começou em junho e se intensificou em outubro e novembro. O levantamento, feito na última quinta-feira, ouviu 1.082 paulistanos. O percentual que defende a prisão desse policial é ligeiramente inferior em relação aos que defendem a impunidade - 40%. Para 11%, ele deveria ser expulso da polícia, mas não preso.
A pesquisa também mostra que o medo de andar à noite nas ruas de São Paulo mais do que dobrou em cerca de três meses. Na última quinta-feira, 61% diziam se sentir muito inseguros com caminhadas noturnas no bairro onde moram. Em agosto, o índice era de 26%. Em 2008, era de 20%.Apenas 11% dos paulistanos afirmam se sentir muito seguros ao andar à noite. Em 2012 e 2008, esse índice era o dobro do atual (19% e 21%, respectivamente).
A pesquisa mostra também que notícias de toques de recolher já foram ouvidas por 44% dos paulistanos. Na Zona Norte, esse índice chega a 54%.
A fonte da onda de violência são as facções criminosas ou bandidos, segundo 34% dos paulistanos.
Para 17%, trata-se de um acerto de contas entre criminosos e polícia. Só 5% consideram que uma facção criminosa dirige os ataques.
O percentual é idêntico ao dos que dizem que os homicídios decorrem de vingança de criminosos por causa da morte de membros de facção criminosa.
Para 18%, foi o governo que motivou os ataques por desleixo ou falta de controle. Os mesmos 18% põem a culpa na falta de estrutura policial, baixos salários ou ausência de um planejamento estratégico por parte da polícia.
A corrupção policial em geral é apontada como o principal motivo dos ataques para 18% dos paulistanos. (O Globo)

Quase metade dos municípios não fiscaliza qualidade da água, aponta pesquisa

Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (13) mostra que, dos 5.565 municípios brasileiros, 2.659 (47,8%) não fiscalizavam a qualidade da água. No ano passado, somente 28% (1.569) contavam com uma Política Municipal de Saneamento Básico.

De acordo com os dados da pesquisa, 60,5% dos municípios não acompanhavam as licenças para o abastecimento d’água, esgoto sanitário ou drenagem e manejo de águas pluviais, e 56% não têm qualquer mecanismo de controle ou acompanhamento do saneamento básico por parte da sociedade. Apenas 195 municípios (3,5%) contam com um Conselho Municipal de Saneamento.

Enquanto na Região Sul a proporção de cidades com coleta seletiva chega a 55,8% do total, no Nordeste, 62,3% não têm nenhuma ação nesse sentido. Apenas 30,7% do total das prefeituras disseram ter conhecimento de cooperativas ou associações de catadores de materiais recicláveis.

A participação deles na coleta seletiva ocorre de maneira informal em 36,2% desses municípios, enquanto em 48,1% existe parceria com a prefeitura. (de Agência)

Dos homens com problemas sexuais, 20% se automedicam

Um em cada 5 pacientes de 20 a 35 anos que apresentam problemas sexuais já se automedicou com algum tipo de estimulante - de remédios a fitoterápicos, como Ginkgo biloba e ginseng. Esse é o retrato obtido pelo Centro de Referência em Saúde do Homem, da Secretaria de Estado da Saúde, que fez o levantamento com 300 pacientes que procuram o ambulatório da capital paulista.

Segundo Joaquim Claro, médico-chefe do serviço de urologia do hospital, a pesquisa mostra a carência de atendimento especializado. “Deveria haver mais centros de referência para acolher esses pacientes”, diz. O ambulatório foi inaugurado em 2008, dentro de um projeto que planejava criar pelo menos mais quatro centros no Estado, o que não ocorreu.

Na opinião do médico, o porcentual apontado pelo estudo pode estar subdimensionado. Embora a amostra seja ampla - o centro atende pacientes de todo o Brasil -, a faixa de renda dos homens é geralmente baixa. E o preço de remédios para disfunção sexual é alto. Para Claro, numa pesquisa que considerasse toda a sociedade, o total de indivíduos que consomem sem prescrição esse tipo de remédio, entre eles Cialis e Viagra, seria maior - como ocorre nos Estados Unidos.

O médico lembra que esses remédios podem desencadear taquicardia dores de cabeça e visão embaçada. Em associação com outros medicamentos, podem causar ainda hipertensão e enfarte. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. (Agência Estado)


Pesquisa revela que o povo pernambucano é o mais carinhoso e o mais carente do país

Uma pesquisa inédita do Ibope, encomendada pela Johnson & Johnson, revela o que os pernambucanos, no íntimo, já tinham a impressão: somos o povo mais carinhoso e mais carente de todo o Brasil. Megalomanias a parte, o assunto é sério e científico. Papo de mulherzinha? Então você pode se surpreender: os “machos” são os que mais sentem falta de carinho em suas vidas - 30% deles, contra 26% delas -. No Nordeste, a falta de carinho na vida atinge a população de forma generalizada.

Em academias do Recife, encontramos personagens como o personal trainer Antônio Gayoso, 35. Por mais incomum que possa parecer, são 1,80m e 87kg que cobrem de beijos e abraços alunos de todas as idades, sem distinção de sexo. “Acho que faz parte do trabalho fazer com que as pessoas se sintam bem. Um abraço, uma demonstração de carinho e atenção podem influenciar positivamente o dia daquela pessoa. Algo tão simples, que pode mudar uma vida”, conta. E ele tem razão. O estudo mostra que, em Pernambuco, 55% das pessoas acreditam que o carinho impacta positivamente o dia. Sete entre cada dez pernambucanos dizem que ele é apontado como uma das coisas mais importantes em suas vidas, proporção muito superior a realidades como a do Paraná, onde apenas 41% das pessoas pensam de forma semelhante. (DP)