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200 funcionários de empresa são mantidos reféns em São Paulo

Em uma ação cinematográfica, dez assaltantes renderam cerca de 200 funcionários em uma das fábricas da metalúrgica Dedini, em Piracicaba, interior de São Paulo, para roubar dois caixas eletrônicos. O crime aconteceu por volta das 2 horas da madrugada desta terça-feira (5). A fábrica fica na rodovia Fausto Santomauro (SP-127), entre Piracicaba e Rio Claro.

Cinco dos criminosos invadiram a área de descanso dos funcionários e renderam a equipe com fuzis e pistolas. Eles foram levados para o refeitório da empresa e mantidos sob a mira de armas. Alguns ameaçaram tentar fugir e foram impedidos com tiros de alerta disparados pelos criminosos, que estavam encapuzados. Enquanto isso, outros cinco criminosos entraram pelos fundos da empresa e explodiram os dois caixas eletrônicos que ficam dentro da fábrica. Com a explosão, muito dinheiro ficou jogado pelo chão.

Segundo a Polícia Civil, um dos veículos utilizados na fuga foi abandonado em um canavial e dentro dele foram encontradas duas dinamites. A Dedini informou, por meio de sua assessoria, que não houve feridos e a empresa manteve sua produção normalmente. (Agência Estado)

Corpos de 25 estrangeiros são encontrados após sequestro na Argélia

Vinte e cinco corpos de reféns foram encontrados neste domingo (20) pelas forças especiais da Argélia, que vasculham o campo de exploração de gás do Saara onde um grupo de islamitas armados manteve em cativeiro centenas de trabalhadores e fez dezenas de vítimas.

O primeiro-ministro, Abdelmalek Sellal, deve anunciar na segunda-feira às 11h30 (horário de Brasília) em uma coletiva de imprensa um balanço oficial deste ataque, segundo o Ministério da Comunicação.

Nenhum novo balanço oficial foi divulgado desde o anúncio da televisão privada argelina Ennahar da descoberta de 25 corpos de reféns pelas forças especiais no campo de exploração de gás de In Amenas, 1.300 km a sudeste de Alger.

O jornal El Watan, citando fontes de segurança, reportou a descoberta de cerca de "trinta corpos de reféns estrangeiros, argelinos e de soldados do exército argelino".

Bandidos assaltam fábrica de joias e fogem com sete reféns no Sul

O assaltante mais procurado do Rio Grande do Sul, Elisandro Rodrigo Falcão, de 31 anos, foi morto em confronto com a Brigada Militar (BM) na madrugada deste domingo. As informações são da Agência RBS. Segundo a polícia, o homem conhecido como Falcão participou de um assalto a uma fábrica de joias em Cotiporã, na Serra. Outros dois suspeitos morreram no local. Os demais integrantes da quadrilha conseguiram fugir levando como reféns um grupo de sete moradores dos arredores. Mais de 120 policiais militares estão à procura da quadrilha e dos reféns.

Em entrevista à Radio Gaúcha, da RBS, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, afirmou que a vida dos reféns deve ser a prioridade da Brigada na operação.

"Este é o momento mais importante da operação. A prioridade das prioridades é cuidar da vida dessas pessoas que ainda estão desaparecidas", afirmou o governador à rádio.

Ainda de acordo com o governador, o secretário de Segurança do RS, Airton Michels, está a caminho da Serra para acompanhar o fechamento da operação.

Reféns seriam dois homens, quatro mulheres e uma criança

Fortemente armados, cerca de dez bandidos chegaram à cidade no início da madrugada. Por volta das 2h, eles realizaram pelo menos dez pequenas explosões na fábrica. De acordo com a Agência RBS, a BM monitorava a atividade dos bandidos através de escutas e sabia que haveria uma atividade criminosa na região. Houve reforço no policiamento e a Brigada chegou rapidamente ao local. Ao perceber a aproximação dos policiais, os bandidos fugiram com moradores da cidade que foram feitos reféns.

Na saída da cidade, a BM realizou um cerco aos criminosos e houve tiroteio com a morte de três integrantes da quadrilha. Os carros foram inutilizados pelos tiros e abandonados, mas o restante dos bandidos conseguiu fugir junto com os sete escudos humanos.

Dois dos reféns moram na área urbana de Cotiporã e os demais são agricultores que foram pegos numa casa na colônia e levados dentro de um Astra e um Audi pelos bandidos. Os reféns seriam dois homens, quatro mulheres e uma criança.