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PCC seria principal distribuidor de drogas em Senhor do Bonfim-BA

A facção criminosa PCC, que comanda o tráfico em São Paulo, estaria controlando a venda de drogas no norte da Bahia. Crack e cocaína saem da maior cidade do Brasil para abastecer o município de Senhor do Bonfim. Mesmo depois da prisão de uma quadrilha grande, a venda de drogas continua acontecendo na cidade, em plena luz do dia.

Na cadeia de Senhor do Bonfim estão 22 presos suspeitos de serem os “patrões do tráfico”, responsáveis pela distribuição de drogas no norte da Bahia.

Em uma audiência, realizada na semana passada no Fórum da cidade, o chefe da quadrilha, Wilhans Carvalho Leite e seus comparsas, puderam ver as provas descobertas pela polícia. O braço direito de Wilhans era a namorada, Caroline Ribeiro Pereira. Segundo os investigadores, ela cuidava das finanças do grupo. Foi Caroline que disse, em uma conversa gravada pela polícia, que a droga vendida tem a marca da facção criminosa PCC, Primeiro Comando da Capital.

Apesar de tantas provas, os acusados negaram o envolvimento com o tráfico de drogas. Quando voltava do Fórum para a prisão, Caroline teria dito aos policiais que pensou em contar tudo que sabe em troca de redução da pena, mas teria desistido porque tem medo de ser morta por criminosos de São Paulo. Logo depois da prisão da quadrilha de Wilhans, outros criminosos já teriam substituído o grupo. (Fonte: SBT Online)

Integrantes do PCC são presos em megaoperação em Penaforte-CE

Dois integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) foram presos na última quinta-feira (17), em Penaforte-CE, em megaoperação realizada pela Polícia Militar do Ceará com apoio do Núcleo de Inteligência do Sertão 3 (NIS), sediado no 8° BPM, em Salgueiro. A ação teve início após o NIS-3 tomar conhecimento que elementos armados haviam tomado de assalto um veículo Hilux na cidade de Crato, pertencente a um morador de Bodocó.

Os assaltantes, interceptados no veículo por volta das 23h de quinta-feira, foram identificados como Valtuirio Martins, 34 anos, natural de Cedro-PE e residente em São Bernardo dos Campos-SP; e Luiz Henrique Araújo Alencar, 30 anos, natural de Salgueiro e residente atualmente em Jardim Jaraguá-SP.

No carro foi apreendida uma pistola calibre .40 com 11 munições, uma pistola calibre 380 com um carregador contendo uma munição, três aparelhos celulares, um relógio, uma quantia de R$ 1.324,25 em espécie, dois uniformes do ‘CORE’ (unidade especial da Polícia Civil do Rio de Janeiro), um par de coturnos e um gorro.

Durante a interrogação os dois homens afirmaram que praticavam crimes com o apoio de Everaldo Antonio de Amorim, 41 anos, morador de Barbalha-CE. O acusado foi localizado e preso por suspeita de receptar veículos roubados em São Paulo e repassar para a comercialização no Estado do Ceará. Na casa de Everaldo foram retidos para averiguação um veículo VW Gol, uma Blazer e uma Toyota Hilux.

De acordo com a polícia, no momento da prisão Valtuirio se apresentou com a outra identificação, para encobrir sua ficha criminal. Contra ele pesam acusações de corrupção de menores, assaltos à mão armada, porte ilegal de arma de fogo e um homicídio ocorrido em julho do ano passado em Cedro-PE.

Valtuirio e Luiz Henrique foram apresentados com todo o material apreendido na Delegacia de Polícia Civil de Brejo Santo-CE, onde foram autuados em flagrante. Já Everaldo deverá prestar esclarecimentos à Polícia Civil sobre a origem dos veículos apreendidos na operação. (Na Cola do Mala)

Seis PMs são presos por ação que causou fogo a ônibus

No começo da noite desse domingo (9), a Polícia Civil prendeu seis PMs envolvidos na morte de Maycon de Moraes, morto em abordagem ao Passat vermelho que ocupava junto com outro jovem, à 1h30, no bairro do Jaçanã, zona norte da capital paulista. Três dos policiais estavam na viatura que supostamente trocou tiros com os ocupantes do veículo, em que estava também Walterney Marques da Silva Júnior, ferido na ação. Os PMs serão indiciados por homicídio. Os demais, que eram de uma viatura de apoio, responderão por tentativa de homicídio. Com base em testemunhos de vizinhos e parentes, o delegado do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) Charles We Ming Wang entendeu que há indícios de execução e de que provas foram forjadas.

Segundo a Polícia, a morte de Maycon teria revoltado bandidos da região, que atearam fogo a um ônibus da viação Sambaíba Transportes Urbanos cerca de uma hora depois no mesmo bairro. No incêndio morreram duas pessoas carbonizadas - um boliviano embriagado que dormia no coletivo e um morador de rua que teria tentado salvar a primeira vítima. Outro ônibus foi incendiado na região, mas sem vítimas.

Ao longo do dia, o chefe de policiamento da PM na zona norte, coronel Audi Felix, havia dito desconhecer denúncias de truculência policial e que a abordagem do Passat, à primeira vista, teria sido "legítima".

"Em princípio, a ocorrência parece ter todos os indícios de uma ação legítima da Polícia Militar. Se houver indícios de ilegalidade da nossa parte, isso será apurado. A Polícia Militar não admite truculência. Nossa ação tem de ser com rigor, com vigor, mas nunca com violência."

Segundo o coronel, o Passat foi abordado por apresentar atitude suspeita, mas ele não soube precisar qual foi. Quando foram anunciadas as prisões dos PMs, às 19h30, Felix disse haver "divergência na versão de policiais e testemunhas". "Pessoalmente fico triste pois são companheiros de trabalho. Torcemos para que toda a verdade venha à tona." (Agência Estado)

Senhor do Bonfim (BA): Traficante preso obrigava moradores a assinar abaixo-assinado a favor de líder

Cinco integrantes de uma quadrilha liderada pelos traficantes Willian Carvalho Leite e Marcos Farias, os dois já custodiados pela Polícia, foram presos hoje (29) em Senhor do Bonfim,  no Norte da Bahia, como parte da Operação Patrões do Tráfico, organizada pela 19ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin).

Na operação, foram cumpridos cinco mandados de prisão e sete de busca e apreensão. Foram apreendidas duas motos, cinco celulares e uma quantidade não divulgada de maconha.

Considerado o braço direito de Willian Leite, Rogério dos Santos Silva, 18 anos, foi preso no início da manhã. Segundo a Polícia Civil, ele estava aterrorizando o bairro do Bonfim III, ameaçando os moradores a assinar um abaixo-assinado em defesa do líder traficante. No documento, diz a Polícia, Willian é descrito como rapaz de bem e sem envolvimento com o crime.

Também foram presos Jarderson Araújo Silva, 24 anos, Murilo Xisto Freitas, 22, Ricardo Conceição da Silva, 20, e Wilton Ribeiro da Silva, 22.

Wilton, que é mecânico, respondia ao traficante Marcos Farias, que é dono de uma empresa de mototáxis que era usada para distribuir cocaína na região.

Investigações

Foram dez meses de investigações para desvendar o esquema de tráfico de drogas comandado por Willian e Marcos. Os dois foram presos há dois meses, e, com eles, outras 20 pessoas. Na ocasião, a polícia ainda destruiu 12 pés de maconha e apreendeu R$ 9,1 mil em dinheiro e cheques. A mãe de William, Alicia Carvalho Leite, 71 anos, também foi presa acusada de auxiliar o filho na atividade criminosa.

Quatro adolescentes envolvidos no esquema foram apreendidos. A droga vinha em parte de São Paulo e parte de Vila de Abrantes, no município de Camaçari (BA). Os traficantes abasteciam cidades como Jacobina e Campo Formoso, também na Bahia. (Fonte/foto: Ascom PC BA)

Noite teve 10 mortes e oito feridos em São Paulo

A onda de violência com mortos e feridos a tiros marcou mais uma noite na Região Metropolitana de São Paulo. Foram pelo menos 10 pessoas assassinadas e oito feridas num intervalo de menos de sete horas, entre as 18h30 de quarta-feira (21) e a 1h30 desta quinta-feira (22). A soma da violência das duas últimas noites chega a 20 mortos e 21 feridos. O total da semana (últimas sete noites) é de 53 mortos e 42 feridos, segundo levantamento do estadão.com.br. Os casos foram registrados nas delegacias da região, porém a maioria será investigada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Três das vítimas da noite desta quarta-feira foram executadas em uma chacina no Jardim São Luiz, na zona sul da capital, elevando para 18 o número de crimes do tipo neste ano, com um total de 60 mortes. Foram sete crimes em São Paulo e 11 nas demais cidades. Quatro suspeitos morreram e um ficou ferido em confrontos com a Polícia Militar. Uma motorista de ônibus foi assassinada durante o trabalho em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na zona leste de São Paulo, o dono de uma padaria matou um cliente e feriu outro durante uma discussão.

Seis pessoas foram baleadas por volta das 23h30 dentro de um bar na Rua Albino Correia de Campos, na região do Jardim São Luís, zona sul da cidade. No local ocorria um show sertanejo. Dos seis baleados, três morreram - dois homens e uma mulher. Entre as vítimas está a produtora fonográfica Luciene Neves. Todas os feridos foram levados para o pronto-socorro do M' Boi Mirim, onde três não resistiram. Outros dois homens e uma mulher permaneciam internados. Os tiros foram disparados pelo garupa de uma moto. Armado, o desconhecido desceu do veículo, entrou no bar e abriu fogo. A dupla continua foragida.

Também no final da noite, a motorista de ônibus Odete Lino dos Santos, de 36 anos foi assassinada durante o serviço na cidade de Franco da Rocha, região norte da Grande São Paulo. O crime ocorreu dentro de um dos coletivos da Viação Moratense. O ônibus saiu de Francisco Morato, cidade vizinha, e havia acabado de chegar no ponto final, na altura do número 1.200 da Avenida São Paulo, no Parque Paulista.

Segundo testemunhas, um rapaz aguardou que o ônibus encostasse e disparou vários tiros contra Odete. Atingida por três tiros, ela morreu no pronto-socorro municipal de Franco da Rocha. Um dos disparos atingiu de raspão o braço esquerdo do cobrador, que foi atendido no mesmo hospital. O assassino fugiu. Parentes relataram à polícia que Odete havia discutido dias antes com o ex-marido. Localizado, ele prestou depoimento, negou a autoria do crime, e, como não foi localizada nenhuma testemunha que o reconhecesse, acabou liberado.

Três supostos confrontos entre suspeitos e a Polícia Militar deixaram um saldo de quatro mortos e um ferido. Não há policiais entre os baleados. O primeiro tiroteio ocorreu às 18h30 na Vila Clara, região de Americanópolis, zona sul da capital, entre PMs das Rondas Ostensivas com Auxílio de Motocicleta (Rocam) e suspeitos abordados em uma viela na altura do número 5.597 da Avenida Engenheiro de Armando Arruda Pereira. Assim que os policiais se aproximaram, segundo a PM, os criminosos sacaram armas e atiraram. No revide, três dos suspeitos foram baleados. Levados para o pronto-socorro municipal do Jabaquara, dois deles não resistiram. Os policiais apreenderam um revólver e duas pistolas, além de porções de crack e maconha.

Meia hora depois, em Mauá, no Grande ABC, um policial militar, de folga e à paisana, foi vítima de tentativa de assalto. Ao volante de um Gol branco, foi abordado por um assaltante em um dos semáforos da Avenida Capitão João, no Jardim Guapituba. O policial sacou sua pistola e reagiu, trocando tiros com o ladrão que foi baleado e morreu a caminho do Hospital Nardini. Uma hora e meia mais tarde, no Jardim Roseli, região de São Mateus, na zona leste de São Paulo, ocupando um Renault Clio cinza, um policial militar, também em horário de folga, foi atacado quando chegava em casa, na esquina da Rua Custódio do Nascimento com a Avenida Ragueb Chohfi. Ao perceber a aproximação de dois homens armados, ele sacou sua pistola e trocou tiros com os criminosos, baleando um deles. O suspeito foi levado para o pronto-socorro de São Mateus, mas chegou sem vida; o outro fugiu. Já o policial ficou ileso.

Por volta das 21 horas, o comerciante Francisco Vieira de Araújo de 40 anos, dono de uma padaria, atirou contra dois clientes durante uma discussão dentro do estabelecimento comercial, localizado na Rua Manoel Veloso da Costa, no Jardim Vila Carrão, na zona leste de São Paulo. Um dos clientes foi identificado como Marconi Cândido de Oliveira. Ambos foram levados para o pronto-socorro do Hospital Geral de São Mateus, onde Oliveira acabou morrendo. A outra vítima permanecia internada e o comerciante, foragido. (Agência Estado)

Santa Catarina vive terceira noite de ataques

Seis ônibus foram incendiados e três prédios de órgãos de segurança foram atacados na madrugada desta quinta-feira (15). Os ataques se espalharam por várias cidades do estado.

Em Itajaí, além de um ônibus, carros particulares também foram incendiados. Os bombeiros também tiveram trabalho em Criciúma. Em Navegantes, uma van foi atacada por pedras.

Uma delegacia de Florianópolis foi atingida a tiros. As autoridades de segurança pública admitiram que os ataques foram orquestrados pelo crime organizado e tentam identificar os mandantes dos ataques.

Presos da maior penitenciária do Estado comemoram a violência em várias cidades de Santa Catarina. Mais de 30 pessoas já foram presas suspeitas de envolvimento nos atentados. A polícia apreendeu bombas artesanais e garrafas de combustível. (R7)

Noite violenta teve policiais feridos entre pelo menos 24 pessoas baleadas

Em mais uma noite violenta, dois policiais militares e um policial civil ficaram feridos entre 24 pessoas baleadas. Sete pessoas morreram. Desde o dia 1º de outubro até as 6h desta quinta-feira (15), 269 pessoas foram assassinadas em execuções e confrontos com a polícia.

Sete vítimas foram baleadas na zona sul — duas foram mortas e sete ficaram feridas — nos bairros do Grajaú, Cidade Ademar e Campo Grande. A zona leste registrou mais dois feridos no bairro da Penha.
Na Grande São Paulo, 13 foram baleados — cinco morreram e oito ficaram feridos — em Itapevi, Pirapora do Bom Jesus, Diadema e São Bernardo do Campo.

Um soldado, de 26 anos, e um amigo foram baleados no fim da noite desta quarta-feira (14), na rua Etelvina, no bairro da Penha, zona leste da capital paulista. De acordo com a PM, o policial e o amigo foram a um restaurante e foram atingidos por dois homens em um carro.
O policial foi atingido nas costas e levado pronto-socorro do Hospital Tatuapé. A outra vítima teria sido ferida no ombro e levada ao pronto-socorro Ermerlino Matarazzo.  A ocorrência deve ser encaminhada para o 10º Distrito Policial, da Penha.

Um policial civil foi baleado, na noite de quarta-feira, na avenida Alda, no bairro de Pedreira, zona sul da capital, na divisa com o município de Diadema, no ABC Paulista. Segundo as primeiras informações, dois homens em uma moto atiraram contra o policial que revidou.
Ainda não se sabe se foi uma tentativa de assalto, porém, aparentemente nada foi levado. Pouco depois, um homem, ferido por arma de fogo, deu entrada no Hospital Saboya. Policiais investigam se é o mesmo motociclista atingido pelo policial civil.

Mais um policial militar foi baleado, na madrugada desta quinta-feira, em Cidade Ademar, na zona sul de São Paulo. Um soldado, que trabalha na 3ª Companhia do 22º Batalhão de Santo Amaro, foi atingido por volta das 3h30, na avenida Cupecê, no cruzamento com a rua Antônio Gil.
Segundo a PM, o soldado foi atingido por um tiro no ombro quando dois homens passaram atirando e fugiram. Pouco tempo depois, eles foram detidos na avenida Yervant Kissajikian, a cerca de 2 km do local do crime.
Uma arma foi apreendida com os suspeitos. O policial militar foi levado ao pronto-socorro do Hospital Pedreira. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde. O caso deve ser registrado no 98º Distrito Policial do Jardim Mirian.

Assista ao vídeo:


Policiais prometem matar 6 bandidos para cada 1 PM morto

Os jornalistas Mario Cesar Carvalho e Rogério Pagnam analisam a onda de violência e mortes que vem ocorrendo na grande São Paulo. Diversos policiais militares (PMs) foram assassinados e, segundo informações da cúpula da segurança pública, alguns policiais prometem matar seis suspeitos nas ruas para cada PM morto.
Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Martins Almeida Sampaio, somente medidas estruturais podem resolver o problema.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), recusou a presença do Exército brasileiro para combater a violência no estado. A ajuda foi oferecida em 1° de novembro pela presidenta Dilma Rousseff.
No entanto, a reunião realizada na quarta-feira (7) entre as secretarias de Segurança Pública e de Administração Penitenciária com o Ministério da Justiça criou uma série de ações conjuntas. Entre elas está a Agência Integrada (unindo setores de inteligência), remoção dos chefes do crime para presídios federais e mais vigilância nas fronteiras.
Parte dos ataques começaram como a reação da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) a uma série de operações da Rota (Ronda Ostensiva Tobias de Aguiar) que resultaram na morte de um de seus líderes no início deste ano.
Para a OAB, o governo tende a resolver a questão da mesma maneira que fez com a então chamada Cracolândia, quando operações da prefeitura e do governo do estado reprimiram usuários de crack no centro de São Paulo, espalhando o tráfico e a zona de uso para toda a cidade. (Correio do Brasil)

Ações da PM na Grande SP já prenderam mais de 70 suspeitos

Ações da Polícia Militar na Grande São Paulo já prenderam 74 suspeitos. Também foram apreendidas mais de 400 kg de drogas, além de armas, munições e até uma granada.

A Operação Saturação na favela de Paraisópolis, em vigor desde o dia 29 de outubro, prendeu 70 pessoas até às 6h desta terça-feira (13) — 46 em flagrante por crime ou contravenção, oito adolescentes apreendidos por ato infracional e 16 procurados capturados.

Até agora também foram apreendidas 16 armas de fogo — três fuzis, uma espingarda calibre 12, outra espingarda calibre 44, três revólveres calibre 38, uma pistola . 40 com a numeração raspada, uma espingarda de fabricação caseira, um revólver calibre 22, uma pistola calibre 635, um revólver calibre 32 e três pistolas de pressão.

A polícia encontrou ainda uma granada, 393 munições, mais de 55 kg de cocaína e cerca de 343 kg de maconha, além de mais de 500 g de crack e 1.043 unidades de drogas sintéticas.

Mais de 500 policiais participam da ação. A comunidade tem cerca de 80 mil habitantes. A operação utiliza policiais do Batalhão de Choque e do 16º Batalhão de Policia Militar. São 100 carros, dois caminhões, 28 motocicletas da ROCAM, oito cães e 60 cavalos, além de um helicóptero Águia.

Guarulhos: segundo o último balanço, divulgado pela Polícia Militar, na manhã desta terça-feira (13), quatro procurados foram recapturados pela Justiça em Guarulhos, na região metropolitana, principalmente na comunidade São Rafael.

Também foram apreendidos 12 veículos — cinco carros e cinco motos; sete armas e quase 2 kg de cocaína.
Essa operação, que começou na última quarta-feira (7), conta com mais de 110 PMs, 27 viaturas, 12 motos, uma aeronave e três cães.