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Suspeito nº 1 de explosões em Boston é morto nos EUA



O comissário de polícia de Boston, Ed Davis, confirmou nesta sexta-feira (19) que um dos suspeitos do atentado durante a chegada da Maratona de Boston, na segunda-feira (15), foi morto, enquanto um segundo suspeito segue foragido, mas cercado por uma megaoperação policial nas imediações de um shopping center na região de Watertown, a oeste de Boston.

Segundo Davis, o rapaz morto é o mesmo cuja foto foi apresentada pelo FBI, a Polícia Federal dos Estados Unidos, na quinta-feira (18), como suspeito número 1 do ataque ocorrido na segunda-feira, na reta de chegada da maratona, e que deixou 3 mortos, 176 feridos e chocou os EUA.

No dia da maratona ele usava um boné preto, óculos de sol e carregava uma mochila, na qual a polícia acredita que estivesse uma das bombas usadas do atentado.

Um médico do Beth Israel Deaconess Medical Center, que não quis se identificar, disse à agência Reuters que o suspeito morreu vítima de múltiplas feridas de tiros e possivelmente do estouro de um explosivo. Ele chegou ao hospital com parada cardíaca. (G1)

FBI prende suspeito de enviar carta com veneno a Obama

A polícia federal americana (FBI) prendeu nessa quarta-feira (17) um homem suspeito de enviar cartas com ricina ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a um senador, informou o departamento de Justiça.

"Hoje, aproximadamente às 17h15 (19h15 Brasília), agentes especiais do FBI detiveram Paul Kevin Curtis, um indivíduo suspeito de ser o responsável pelo envio de três cartas pelo Serviço Postal dos Estados Unidos". As cartas "continham uma substância granular que deu positivo para ricina", acrescentou o departamento de Justiça.

As cartas foram enviadas a Obama e ao senador republicano Roger Wicker, do Mississippi, e estavam assinadas por "KC".

Curtis foi detido em sua casa em Corinth, Mississippi, segundo o departamento de Justiça.

Mais cedo, o FBI havia anunciado a interceptação de uma carta com ricina dirigida a Obama, após um envio similar a Wicker.

Uma terceira carta foi enviada a um funcionário judicial do estado do Mississippi, segundo o departamento de Justiça.

A carta destinada a Obama foi recebida na véspera pelo centro de distribuição de correios da Casa Branca, que fica fora do complexo presidencial, e "deu positivo para ricina" depois das primeiras análises realizadas nesta quarta-feira.

"Não há indícios de conexão com o atentado na Maratona de Boston", acrescentou o FBI.

Na véspera, as autoridades postais dos Estados Unidos haviam detectado a carta com ricina enviada ao senador Wicker.

O veneno foi detectado durante uma inspeção de rotina em uma dependência externa do prédio do Congresso. A carta não chegou ao gabinete de Wicker no Capitólio, assinalou um colaborador.

Roger Wicker é um republicano eleito pelo estado do Mississipi, considerado um político de baixo perfil, que não está especialmente envolvido nos sensíveis debates sobre a reforma migratória, ou sobre o porte de armas.

Em fevereiro de 2004, o Senado e a Casa Branca foram alvo de um ataque com ricina, agente biológico enviado na forma de pó. O incidente não fez vítimas.

No outono de 2001 (hemisfério norte), porém, ataques com antraz deixaram cinco mortos. O autor do crime nunca foi identificado.

Desde então, qualquer correspondência enviada para os parlamentares americanos é examinada fora do prédio do Capitólio, antes de ser entregue. (AFP)

Explosões durante maratona nos EUA deixam dois mortos e vários feridos

Foto: David L.Ryan/The Boston Globe 
Duas fortes explosões deixaram mortos e feridos na chegada da Maratona de Boston, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (15).

A polícia de Boston confirmou dois mortos e 23 feridos, mas disse que esse número pode aumentar.

O Hospital Geral de Massachusetts estava tratando 19 pessoas. O estado da saúde delas não foi divulgado.
 O “Boston Globe” afirmou que há mais de 100 pessoas sendo tratadas em hospitais locais.

Ainda não se sabia o que teria causado as explosões, que geraram uma cena de caos na cidade, com feridos e escombros pela rua e movimento de paramédicos. Por precaução, a agência de aviação civil dos EUA fechou o espaço aéreo sobre a região de Boston.

Fontes policiais de alto nível ouvidas pela Reuters afirmaram que se tratou de “uma ou mais bombas“, e de que houve “muitas mortes”.

O incidente ocorreu no momento em que milhares de corredores terminavam a 117ª edicão da maratona, considerada a mais antiga do mundo, disputada desde 1897.

Muitas pessoas estavam no local, em clima festivo, esperando pela chegada dos corredores.

Uma rádio local informou que a primeira explosão ocorreu perto de uma loja de equipamentos esportivos e a outra próximo a uma arquibancada.

Segunda a TV CBS, as duas explosões foram quase simultâneas.Elas teriam ocorrido por volta das 14h45 locais (15h45 de Brasília), na Boylston Street, altura do número 673, de acordo com uma repórter da WBZ-TV.

Testemunhas falam ter visto feridos graves, com membros amputados, e muito sangue.A prova deste ano era disputada por pelo menos 131 corredores brasileiros. O Itamaraty afirmou que não há registro de vítimas brasileiras.

Após ameaças norte-coreanas, clima é de tensa expectativa na península

Soldadas norte-coreanas patrulham as margens do Rio Yalu, próximo à cidade de Sinuiju, na fronteira com a China em Dandong, nesta quinta-feira (11)
Uma ou duas rampas de lançamento de míssil de longo alcance apontam para o céu na Coreia do Norte, o que poderia indicar a iminência de um disparo, destacou nesta quinta-feira (11) a imprensa japonesa.

Mas também poderia repersentar apenas uma isca, completou a imprensa japonesa, que citou uma fonte do ministério da Defesa nipônico.

O governo dos Estados Unidos recomendou que a Coreia do Norte pare de "brincar com o fogo" e renuncie ao disparo de míssil com o qual ameaça a região da Península Coreana, apesar das sanções internacionais.

Japão, Estados Unidos e Coreia do Sul permanecem em alerta ante a ameaça das declarações bélicas do regime norte-coreano e os atos de desafio à comunidade internacional durante os últimos meses. Apesar da retórica cada vez mais agressiva da Coreia do Norte, até agora, nada aconteceu.

Desde fevereiro de 2012, Pyongyang lançou dois mísseis - um deles com sucesso, em dezembro passado -, considerados pelas potências ocidentais testes disfarçados de mísseis balísticos, executou um teste nuclear - seu terceiro, e que resultou em novas sanções do Conselho de Segurança da ONU -, anunciou a retomada das atividades nucleares e posicionou mísseis de médio alcance em sua costa leste. (G1)

Ataque no Afeganistão mata diplomata e soldados dos EUA

Uma diplomata dos Estados Unidos está entre os cinco americanos mortos em ataques com carros-bombas que aconteceram no Afeganistão neste sábado (6), informou a agência de notícias Reuters.

A diplomata estava em um comboio na província de Zabul, acompanhada de soldados norte-americanos e autoridades do Afeganistão. O grupo se dirigia a uma escola em Qalat, capital da província, para fazer uma doação de livros, disse o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, em um comunicado.

Kerry disse que conheceu a diplomata durante uma viagem a Cabul, e falou com os pais dela depois de a morte ter ocorrido. O jornal Washington Post identificou a diplomata como sendo Anne Smedinghoff, de 25 anos, citando seus pais. Smedinghoff foi guia e assessora de Kerry quando ele visitou o Afeganistão no mês passado, disse o jornal.

Três soldados dos EUA também morreram na explosão. Quatro outros diplomatas norte-americanos foram feridos, um gravemente. O mesmo ataque matou um funcionário civil do Departamento de Defesa afegão, além de civis afegães.

O governador da província, Mohammad Ashraf Nasery, estava no comboio que sofreu a explosão, mas saiu ileso, segundo a OTAN e as autoridades locais.

Autoridades locais e internacionais na região disseram anteriormente que seis pessoas morreram na explosão: três soldados americanos, dois civis americanos e um médico afegão.

Outro ataque,  no leste do Afeganistão, matou um civil norte-americano que prestava serviço ao governo dos EUA, segundo a Otan.

O Taleban reivindicou a responsabilidade pelo ataque em Zabul em uma mensagem de texto enviada a partir do porta-voz Qari Yousuf Ahmadi. Ele disse que um carro-bomba matou sete estrangeiros e feriu outras cinco pessoas, embora mais tarde tenha revisado o número para 13 estrangeiros mortos e nove feridos.

Segundo a Reuters, o Taliban rotineiramente exagera o número de mortos. A ONU diz que os civis estão sendo cada vez mais visados.

O ataque ocorre no momento em que um alto general dos Estados Unidos, Martim Dempsey, presidente do Joint Chiefs of Staff, chegou ao Afeganistão para uma rápida visita para checar o quanto de treinamento as tropas militares afegãs precisam receber até que as tropas dos Estados Unidos saiam do país, o que deve ocorrer no fim de 2014. (G1)

Iraque executa ex-chefe da Al-Qaeda em Bagdá e três outros membros da rede

O Iraque anunciou a execução nesta segunda-feira (1º) de quatro membros da Al-Qaeda, entre eles um ex-líder da rede em Bagdá, o que elevou a 22 o número de mortes desde o início do ano, apesar dos apelos da comunidade internacional pela adoção de uma moratória para a pena de morte.

"Esses terroristas foram executados por enforcamento. Eles realizaram ataques criminosos contra o povo iraquiano, principalmente em Bagdá e Anbar", indicou o ministério da Justiça em um comunicado.

O chefe da Al-Qaeda para Bagdá, Manaf Abdel Rahim al-Rawi, foi presos em março de 2010. Na época, o comando militar de Bagdá assegurou que al-Rawi, um iraquiano nascido em Moscou em 1975, se juntou à Al-Qaeda em 2003, e logo após a queda de Saddam Hussein se tornou o "governador" de Bagdá em 2008.

Ele teria liderado os atentados contra os ministérios das Finanças e das Relações Exteriores em 2009, que mataram 106 pessoas. O Iraque executou 22 pessoas desde o início do ano. Dezoito condenados foram mortos nos dias 14 e 17 de março por "atividades terroristas". Em 2012, Bagdá realizou 129 execuções.

No mês passado, o ministro da Justiça Hassan al-Chammari assegurou que o Iraque não tinha a intenção de acabar com as penas de morte.

A Al-Qaeda no Iraque explicou, por sua vez, que a onda de atentados anti-xiitas que causou 56 mortes em 19 de março deve ser considerada como "uma vingança" por todas as pessoas executadas pelas autoridades iraquianas. (AFP)

Suposto policial mata 4 soldados da Otan no Afeganistão

Um suposto policial matou neste domingo quatro soldados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no Afeganistão, segundo um líder militar dos Estados Unidos. O ataque parece ter sido provocado por membros das forças de segurança afegãs. A Força Internacional de Assistência para Segurança (Isaf, na sigla em inglês) da Otan não deu detalhes, mas disse que o incidente ocorreu no sul do Afeganistão, berço da insurgência do movimento extremista islâmico Taleban

Quatro membros da Isaf "morreram hoje no sul do Afeganistão, depois de um ataque interno, suspeito de envolver membros da polícia afegã", afirmou a Isaf, em comunicado. Dois soldados britânicos também morreram em um ataque semelhante no sábado.

Em Cabul, uma autoridade do Afeganistão afirmou neste domingo que oito mulheres foram mortas e outras oito feridas em um ataque aéreo da Otan durante a noite, no leste da cidade. A Isaf afirmou à France Presse que soube das mortes de civis, envolvendo de cinco a oito pessoas, e ofereceu sinceras condolências às famílias e comunidades afetadas. As informações são da Dow Jones. (Agência Estado)

Atentados no Iraque deixam 17 mortos

Pelo menos 17 pessoas morreram e quase cem ficaram feridas em dois ataques ocorridos no fim da tarde deste domingo no sul do Iraque, informaram autoridades locais. Os atentados ocorreram com poucos minutos de diferença ao pôr-do-sol, que marca o fim do jejum durante o mês sagrado do Ramadã.

O ataque com maior número de mortos aconteceu em Mahmoudiya, um reduto sunita situado 30 quilômetros ao sul de Bagdá. Dez pessoas morreram e 36 ficaram feridas quando dois carros-bomba explodiram em um estacionamento. Dez minutos depois a cerca de 20 quilômetros do local do primeiro ataque, seis pessoas morreram e 15 ficaram feridas em duas explosões ocorridas em um mercado em Madain.

Mais uma pessoa morreu no final da tarde do domingo em uma série de ataques que deixou 12 feridos nas cidades de Ramadi, Mossul e Najaf.