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Desportistas divulgam nota de repúdio ao prefeito de Serra Talhada

Alegando falta de investimentos nos esportes do município, desportistas de Serra Talhada emitiram uma nota de repúdio ao prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT). A nota, que denuncia inclusive o abandono do Centro Luiza Kerle, foi apresentada pelo radialista Francys Maia na rádio A Voz do Sertão AM.

Na nota os desportistas acusam Luciano Duque de seguir o exemplo do ex-prefeito Carlos Evandro, sem partido, que não incentivou o esporte por meio de investimentos. Os desportistas ainda criticam a atual secretária de Esportes e dizem que pretendem levar o caso de abandono ao Ministério Público. (Alvinho Patriota)

Em nota, CUT repudia decreto do governo contra a greve dos policiais civis

Em nota oficial, Central defende caminho do diálogo e reitera que greve é um direito Constitucional. Segue a íntegra da nota enviada pela Central Única de Trabalhadores (CUT-PE).

"A Central Única dos Trabalhadores (CUT) repudia veementemente a publicação do decreto governamental 7777 que prevê a substituição dos servidores públicos federais em greve por servidores estaduais e municipais. Tal medida atropela o processo de diálogo e vai na contramão da legitimidade de uma paralisação em defesa de salários e direitos. A greve é um direito constitucional.

A substituição de servidores com atribuições diferenciadas entre os entes federados é inaceitável e pode implicar em inúmeros – e graves – prejuízos para a sociedade. A utilização de pessoal não qualificado para exercer funções como a da vigilância sanitária e de fronteiras, de portos e aeroportos, que são atribuições da União, ainda que de forma transitória, pode colocar em risco a saúde, a segurança da população e a própria soberania nacional. Além de abrir um perigoso precedente.

Para a efetivação de um espaço permanente de diálogo, que vinha sido construído com o compromisso e o protagonismo da nossa Central, reiteramos a importância da regulamentação da Convenção 151 da OIT, que estabelece a negociação coletiva no serviço público.

Esta é uma decisão que muito poderia contribuir para aparar eventuais arestas e dirimir conflitos como o atual.

O confronto que se agrava após mais de um mês de paralisação, só se estabeleceu pela incompreensão do governo federal que, movido pela lógica do desmedido “ajuste fiscal”, arrocha salários e investimentos, medidas incompatíveis com os compromissos assumidos e com as necessidades da sociedade brasileira, em especial, dos servidores públicos.

Reiteramos a importância da implantação de uma política de aumento real e valorização das carreiras para a melhoria crescente da qualidade do serviço público prestado à população e para o próprio desenvolvimento nacional, com distribuição de renda e garantia de direitos.

Esta inflexão do decreto governamental nos deixa extremamente preocupados. Reprimir manifestações legítimas é aplicar o projeto que nós derrotamos nas urnas.

Para resolver conflitos, o caminho é o diálogo, a negociação e o acordo. Sem isso, a greve é a única saída.

Executiva Nacional da CUT"