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Associação de Cabos e Soldados informa a lista de convênios em Serra Talhada



A Associação de Cabos e Soldados (ACSPMBM), através do seu representante na região do 14ºBPM, o Sgt PM Adeildo, vem em público para informar aos associados a relação de convênios fechados pela associação. 

Confira a lista de descontos:

“CASA PRONTA MÓVEIS & ELETROS” - 15% ORG.Marcônio Godoy
Rua Enock Ignácio de Oliveira 607 - Fone: (87)3831-6868 – Serra Talhada – PE.

“UNIVERSO DOS COLCHÕES MÓVEIS E ELETRODOMÉSTICOS” - 15% ORG. Marcônio Godoy; Rua Deputado Afrânio Godoy, 621 A – CENTRO. Fone: (87) 3831-3231 – Serra Talhada – PE.

“FÁRMACIA DO POVO” -  25% NOS MEDICAMENTOS GENÉRICOS, E 20% NOS DEMAIS. ORG. Marquinho Godo; Rua Enock Ignácio de Oliveira, ao lado da Prefeitura de Serra Talhada

ALTO ESCOLA DE SERRA TALHADA - 35%DE FRENTE AO DETRAN

ÓTICA SERRA TALHADA - 25% DE FRENTE AO BM DE SERRA TALHADA

FÁRMACIA SANTA CLARA - 20%

LOJA MOVELAR EM FLORES -  20% ORG. BETO

O DESCONTO FAZ ADIFERENCIA CORRA ATRAZ...

REPRESENTANTE DE BASE DO 14ª BPM. ADEILDO ALVES (BLOG ADEILDOALVES) BLOG ITAMAR, BLOG NAYN NETO (PORTAL NAYN NETO), MANACIAL JOVEM.

Sífilis, Como diagnosticar?


(Gleiciere Maia, Biomédica)

A sífilis é uma doença infecto-contagiosa causada por uma bactéria, conhecida como Treponema pallidum. É uma DST (Doença Sexualmente Transmissível) podendo ser transmitida através do contato direto com o sangue contaminado com a bactéria, transfusão sanguínea e verticalmente, ou seja, de mãe para filho. Segundo a Biomédica Gleiciere Maia Silva, ela afirma que é diagnosticada por exames laboratoriais, sendo este, rápido e eficiente, contribuindo para um tratamento correto, evitando assim, que a doença tenha uma evolução crônica. 

A Biomédica explica que a maior problemática desta doença é em mulheres durante o período gestacional “a sífilis poderá ocasionar abortos espontâneos, prematuridade e morte fetal, sendo necessário que a gestante faça o controle pré-natal correto para o diagnóstico precoce”. No Brasil, o teste mais utilizado tanto em centros especializados e em serviços credenciados pelo SUS é o VDRL (Venereal Disease Research Laboratory), é um teste não treponêmico, de baixo custo e fácil execução. Gleiciere Maia esclarece que o resultado deste teste poderá ser positivo (reagente) e negativo (não reagente), e quando positivo, o resultado vem acompanhado de uma titulação (1:2, 1:4, 1:8..) que indicará para o médico dentre outros aspectos, a evolução do tratamento. 

A Biomédica informa que outros testes laboratoriais poderão ser realizados, como a pesquisa direta (a pesquisa do T. pallidum em material coletado de lesão cutâneo-mucosa, placenta e cordão umbilical) e o FTA-ABS (Fluorescent Treponemal Antibody-Absorption), que é um método confirmatório para o diagnóstico de sífilis, com alta sensibilidade e especificidade, entretanto não sendo utilizado na rotina laboratorial.
Na presença de lesões nos órgãos genitais, ânus, pele, gengiva e mãos, procure um médico para uma consulta, o tratamento é com antibióticos e o diagnóstico é feito através de exames laboratoriais. Lembre-se que o uso do preservativo nas relações sexuais é de extrema importância para a prevenção da doença. Cuide-se!!!

Autora: Gleiciere Maia Silva, Biomédica, Mestre em Biologia de Fungos, Especialista em Micologia e Microbiologia Médica.

Saiu mais uma edição do Jornal do Sertão

Saiu mais uma edição do Jornal do Sertão, confira as manchetes, circulando em todo o estado de Pernambuco e trazendo as notícias das regiões do estado para que você possa acompanhar. (Secretário do Povo)

Horário de verão termina à 0h deste domingo (17)

Terrmina à 0h deste domingo (17) o horário de verão. Com isso, no início da madrugada de sábado (16) para domingo, moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, além de Distrito Federal e de Tocantins, terão de atrasar em uma hora os seus relógios.

Segundo o Observatório Nacional, o horário de verão, que começou em 21 de outubro de 2012,  teve 88 dias. De acordo com o decreto 7.826, os estados que o adotaram foram Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e  Distrito Federal.

Segundo informação divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no período houve redução de cerca de 2.477 megawatts (MW), ou 4,5% do consumo na demanda no horário de pico. No horário de verão anterior, a redução de demanda no horário de pico foi de 2.555 MW, representando 4,6%.

De 2011 para 2012, a mudança de horário gerou uma economia de R$ 160 milhões, já que reduziu a necessidade de uso das térmicas. No horário de verão de 2012 para 2013, a economia teria sido de R$ 200 milhões caso as térmicas não estivessem ligadas, o que a ONS chama de "despesa evitada".

A redução de gasto, no entanto, não ocorreu, já que todas as usinas térmicas estão ligadas e a diminuição no consumo de energia no horário de verão deste ano foi de 250 MW médios.

Melhor aproveitamento

O horário de verão foi criado em 1º de outubro de 1931, com o decreto 20.466. Desde  2008, o horário de verão se inicia no terceiro domingo de outubro e vai até o terceiro domingo de fevereiro.

Segundo a determinação, quando houver coincidência entre o domingo de carnaval e o término da medida, o encerramento se dará no domingo seguinte.

O objetivo do horário de verão é aproveitar os dias mais longos do verão, com mais tempo de luz solar, para economizar energia. (G1)

Saiba quando o carro 1.0 vale a pena

Tradicionalmente conhecidos pelo baixo preço e melhores índices de consumo nas bombas de combustível, os veículos 1.0 nem sempre são sinônimo de economia. Eles, que ganharam um empurrãozinho e tanto do governo federal no ano passado, com a isenção do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), só poupam os reais desejados por seu  dono se uma série de fatores forem levados em conta. Para escolher o modelo ideal sem prejuízos, é necessário que os consumidores estejam atentos equipamentos, perfil de uso e o número médio de ocupantes, por exemplo.

Segundo os especialistas ouvidos pelo Diário, em primeiro lugar, para que a relação custo-benefício seja positiva, os motoristas devem prestar atenção num item importante: a carroceria. “A grande maioria dos compradores só pensa na economia oferecida pela potência do motor, mas não leva em consideração o peso da carroceria”, afirma o diretor da consultoria em vendas de veículos Personal Car PE, Felipe Procópio. Uma carroceria inadequada impacta diretamente no consumo de combustível e no desgaste prematuro de peças importantes – e caras –, como a caixa de embreagem e o próprio motor.

O modelo ideal de carroceria para veículos 1.0, segundo Felipe, é a do tipo hatch. Além de serem menores, são mais leves e não forçam tanto o motor. “Mas nem todas são econômicas. Algumas são mais pesadas que outras, e é preciso ter cuidado”, alerta. Depois de escolher o tipo de carroceria ideal, o comprador ainda precisa ter em mente a quantidade de pessoas que utilizarão o carro e a finalidade do veículo. Para uma família com cinco pessoas, que sempre viaja, por exemplo, é recomendado veículos com motorização a partir de 1.4. “Carros assim possuem uma diferença de preço pequena em relação aos motores de entrada, e atendem perfeitamente à necessidade das famílias”, comenta o gerente comercial da JBS Veículos, Daniel Lima.

Quando o 1.0 vale a pena...

- Quando vem equipado com carroceria hatch      
- Para casais recém-casados, ou, no máximo, com um filho
- Para jovens que ganharam seu primeiro automóvel
- Para uso estritamente urbano
- Para os que evitam andar com a capacidade máxima (5 ocupantes) e com muitos objetos na mala

Quando o 1.0 não vale a pena...


- Quando vem equipado com carroceria sedan
- Para famílias numerosas (com dois filhos ou mais)
- Para quem viaja constantemente
- Quando vem equipado com direção hidráulica e ar-condicionado

1.0 mais baratos (por montadora)

FORD: Ford Ka (a partir de R$ 21.800)
FIAT: Mille Economy (a partir de R$ 21.990)
RENAULT: Clio Authentique (a partir de R$ 24.150)
VOLKSWAGEN: Gol G4 (a partir de R$ 25.100)
CHEVROLET: Celta (a partir de R$ 25.270)

1.4 mais baratos

FIAT: Novo Uno Economy (a partir de R$ 28.010)
CHEVROLET: Onix LT (a partir de R$ 36.190)
(obs: demais montadoras não trabalham com motorização 1.4) (DP)

Biomédica esclarece quais os exames para CONTROLE e DIAGNÓSTICO da diabetes!



(Gleiciere Maia Silva - Biomédica)

Diabetes é um grupo de distúrbios metabólicos que resultam em níveis elevados de glicose no sangue (glicemia). No geral, a glicemia é mantida em taxas normais por vários mecanismos regulatórios, dentre eles a liberação de insulina pelas células do pâncreas. A insulina é um hormônio que atua no transporte da glicose para os tecidos e órgãos. A biomédica Gleiciere Maia Silva informa que o diagnóstico inicial da diabetes é feito pelos sintomas descritos do paciente ao médico, em seguida pela realização de exames laboratoriais para confirmação. 

Existem no geral três tipos de diabetes: Diabetes tipo 1, Diabetes tipo 2 e Diabetes gestacional.

DIABETES tipo 1 - atinge em média 10 % dos pacientes e geralmente ocorre em jovens. Trata-se uma doença auto imune, na qual as células do pâncreas produzem pouca ou nenhum insulina.

Diabetes tipo 2 - é a mais comum, atingindo até 90 % dos casos dos pacientes com esse distúrbio. Ocorre geralmente em adultos, obesos e sedentários. O excesso de peso é o principal fator de risco para esse tipo de diabetes. Neste caso, o paciente produz insulina, entretanto a sua ação é dificultada pela obesidade.

Diabetes gestacional - surge durante a gravidez e normalmente desaparece após o parto. Este tipo de diabetes ocorre por uma resistência à ação da insulina. Os principais fatores de risco para o diabetes gestacional são o excesso de peso, gravidez tardia e o pré-diabetes. 

Existem testes laboratoriais que são úteis na investigação e controle da diabetes, tornando imprescindível a realização desses exames para verificar a real situação do paciente. Os principais são: Glicose plasmática em jejum, Glicose pós-prandial, Teste de tolerância a glicose (TOTG) e Hemoglobina glicosilada.

Glicose plasmática em jejum - É a forma mais rápida e barata de se diagnosticar a diabetes. Deverá ser feita coleta sanguínea no paciente em jejum por cerca de 12 horas. Os valores desejáveis são índices entre 70  até 99mg/dl e valores acima de 126 mg/dl indicam uma suspeita de diabetes. O paciente deverá ser encaminhado ao médico e realizar exames mais específicos, dentre os quais o teste de tolerância a glicose ou curva glicêmica.

Glicose plasmática pós-prandial - É realizada coleta sanguínea 2 horas após a refeição. Geralmente após as refeições, o valor da glicose no sangue retorna ao normal dentro de duas horas, o que não ocorre em  pacientes diabéticos. Nestes pacientes, o valor geralmente é superior de 200 mg/dl.

Teste oral de tolerância a glicose (TOTG) - São realizadas coletas sanguíneas seriadas para avaliar a glicose sanguínea nos tempos de 0, 30, 60, 90 e 120 minutos após a administração de 75 gramas de glicose anidra por via oral. Este teste é indicado no diagnóstico de Diabetes mellitus gestacional e em “tolerância de glicose alterada”( por exemplo, os paciente com teor de glicemia plasmática em jejum entre 110  e 126 mg/dl).

Hemoglobina glicosilada- Ao contrário dos exames anteriormente citados para o diagnóstico da diabetes, a hemoglobina glicosilada tem como função o controle dos níveis glicêmicos dos pacientes com o diagnóstico confirmado de diabetes. É extremamente útil, pois avalia o estado de glicemia nos últimos três meses, diferentemente de quando é feita a glicemia em jejum que indica o resultado das últimas horas.

A Biomédica Gleiciere Maia informa que em todos os casos de diabetes, as consequências poderão ser graves, desde obstrução dos vasos sanguíneos, cegueira á amputação de membros. Portanto, ela alerta aos leitores do blog que pessoas que tem níveis elevados de glicemia ou histórico de diabetes na família que procurem um médico e realize exames laboratoriais sempre que possível para avaliar seu nível de glicose. Em muitos casos pacientes diabéticos irão precisar de uma equipe multidisciplinar formada por oftalmologistas, nutricionistas, dentre outros. (Autora: Gleiciere Maia Silva, Biomédica, Especialista em Microbiologia e Micologia e Mestranda em Biologia de Fungos da Universidade Federal de Pernambuco)

Facebook poderá ter que suspender acesso em todo o Brasil por 24 horas

A rede social Facebook poderá ter que suspender o acesso dos usuários em todo o país por 24 horas por descumprimento da legislação eleitoral. A decisão é do juiz da 13ª Zona Eleitoral, de Florianópolis, Luiz Felipe Siegert Schuch. No final da tarde desta sexta-feira (10), o Facebook apresentou a Schuch pedido de reconsideração da decisão. O juiz ainda analisa o caso, que só deve ser decidido na próxima segunda-feira (13).

Se a decisão do juiz for mantida, o Facebook deverá interromper o acesso à rede social e apresentar a informação de que o site está fora do ar por descumprir a legislação eleitoral. Se essa determinação não for atendida, a empresa terá que pagar multa diária de R$ 50 mil e o prazo de suspensão do Facebook no país será duplicado.

De acordo com a decisão, o Facebook descumpriu uma liminar anterior que determinou que fosse retirada do ar a página “Reage Praia Mole”. A suspensão foi solicitada pelo vereador Dalmo Deusdedit Menezes (PP), de Florianópolis, que concorre à reeleição. O parlamentar argumentou que houve veiculação de “material depreciativo” contra ele, feita de maneira anônima por um usuário. O juiz eleitoral também determinou a identificação das pessoas que criaram a página no Facebook.

Segundo o TRE-SC, o Facebook poderá recorrer ao tribunal regional ou ainda ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A assessoria de imprensa do Facebook no Brasil informou que ainda aguarda um posicionamento oficial da sede, na Califórnia (Estados Unidos), para se manifestar. (Agência Brasil) 

Informativo da Prefeitura de Serra Talhada


A Prefeitura de Serra Talhada informa a população em geral que, por motivos de força maior, a inauguração do calçamento das ruas Vicente Tavares e Boa Vista, no Distrito de Varzinha, previsto para esta terça-feira (24) foi cancelada.

Departamento de Comunicação Social
Prefeitura Municipal de Serra Talhada

Derramamento de petróleo: Pernambuco está preparado?


Em recente estudo divulgado pelo Instituto Ilos (RJ), que tem como uma de suas atividades soluções em logística foi apresentada uma metodologia que permite quantificar o valor monetário de “limpar” (?) o meio ambiente em caso de derramamento de petróleo no Brasil. O modelo calcula, sob a visão empresarial, apenas as despesas com a limpeza do óleo cru, sem levar em conta as multas aplicadas pelos órgãos de proteção ambiental, os gastos referentes à recuperação da fauna e flora, e outros custos financeiros decorrentes do derramamento e de seus impactos.

Esta tentativa de mensurar pode ser relevante para avaliar o risco ambiental no caso de um desastre provocado pelo derramamento de óleo, e se ter base técnica para o estabelecimento de indenizações aos diferentes tipos de impactos causados. O valor encontrado para a área do pré-sal utilizando a técnica de dispersão do óleo característico da região foi de US$ 56,86 para cada barril (159 litros) derramado. O próprio estudo aponta que se o vazamento for próximo da costa, este valor pode quadruplicar, chegando a US$ 227,44, inferior ao encontrado para os EUA que é de US$ 260,24 e superior ao barril derramado na Europa que é de US$ 109, 77.

No caso particular de Pernambuco, onde se encontra em construção o Complexo Industrial Portuário de Suape o receio de um vazamento/derramamento é plenamente justificável, e motivo real de preocupação. Neste território de 13.500 ha vai se concentrar inúmeras atividades industriais que utilizarão como matéria prima o petróleo e derivados, além de atividades portuárias de carga e descarga do referido material. Ali já se encontra em construção uma refinaria que receberá petróleo e terá capacidade de produzir 200.000 barris de óleo diesel e insumos diversos para a indústria petroquímica que está se instalando na região, um parque de termelétricas consumindo óleo combustível e gás natural, além de estaleiros, entre outras indústrias.

Para as comunidades residentes e nativas um derramamento de óleo iria atingi-las diretamente, com reflexos na economia regional, e cujos efeitos poderiam ser catastróficos. A relevância da atividade turística na região, onde se situa a 10 km o balneário de Porto de Galinhas, constitui um aspecto particular na avaliação dos prejuízos causados por um provável acidente. Outros impactos poderão ocorrer se analisarmos e compararmos com as conseqüências decorrentes do desastre ecológico provocado pelo vazamento de óleo da Refinaria Duque de Caxias (REDUC), em janeiro de 2000, onde 5,8 mil toneladas de petróleo (42.522 barris) foi derramado no mar.

Nesta oportunidade os impactos verificados foram: a redução do consumo de peixe e frutos do mar em decorrência da contaminação; a interrupção ou arrefecimento de diversas atividades econômicas, com destaque para a pesca, o turismo e o comércio na área atingida pelo vazamento; o desemprego; o comprometimento da imagem da Baía de Guanabara – cartão postal do Estado; a criação de ambiente propício ao surgimento de diversas moléstias ou sintomas (dermatite, conjuntivites tóxicas ou alérgicas, provocadas pelo contato com o óleo, doenças do fígado, depressão do sistema nervoso central e irritações gastrintestinais, provocadas pela ingestão de alimentos contaminados, perda de apetite, náusea, vômitos e dor de cabeça provocado pela inalação de vapores tóxicos liberados a partir da decomposição, sob a ação do calor, do óleo contido na lâmina d’água). Sem contar que foi atingida uma área de mangue, santuário de várias espécies marinhas que ali encontravam seus alimentos e se reproduziam. Neste ecossistema o derramamento matou ou mesmo gerou um forte estresse nas plantas que tiveram contato com o óleo, causando um sufocamento radicular devido à absorção de elementos tóxicos.

Um simples exercício aritmético mostra que se usarmos os números apresentados pelo Instituto Ilos para o acidente da REDUC, somente com a “limpeza”, ou melhor, a dispersão do óleo derramado, estima-se gastos em torno de 10 milhões de dólares. Quantia que pode ser considerada pequena diante das despesas com todos os outros impactos relacionados a esta tragédia, que deixou marcas na Bacia de Guanabara até hoje.

Longe de ser um profeta do apocalipse, mas diante da opção adotada de se instalar um complexo com porto e indústrias sujas em Suape, a pergunta que não quer calar: Pernambuco está preparado (ou se preparando) para a prevenção de um acidente que pode acontecer provocado pelo derramamento/vazamento de petróleo em sua costa? (Heitor Scalambrini Costa - Professor da Universidade Federal de Pernambuco)